sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Focos Populacionais

A Índia é um país situado na Ásia Meridional. A maior parte da população vive no litoral e nos vales dos rios Indo e Ganges.





A forte concentração demográfica nesta zona asiática relaciona-se com:

• a presença de antigas civilizações;

• a existência solos férteis nas planícies aluviais;

• as temperaturas elevadas e precipitações abundantes que favorece a rizicultura;

• as elevadas taxas de crescimento natural;

•  a existência de grandes cidades como Bombaim.

Trabalho realizado por:



Adriana Aires Nº1 8ºI

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Efeito de Estufa

O dióxido de carbono é o principal responsável pelo aquecimento global. A radiação solar incide na superfíce da Terra, mas absorve grande quantidade desse calor, impedindo que se dissipe para o Espaço. Por essa razão, a atmosfera aquece.


As florestas são a nossa arma contra o dióxido de carbono. E são fundamentais para o nosso planeta, porque:


• suportam a biodiversidade;

• evitam a erosão do solo;

• contribuem para o armazenamento de água no solo;

E para além disso, equilíbram o efeito de estufa, que transformam co2 em oxigénio. Mas a floresta está em perigo, acontecendo a desflorestação, e havendo mais dióxido de carbono, que provoca o efeito de estufa, e faz que aumente o aquecimento global.


Eva Nunes - 8ºH


Fonte: Manual do 8º ano - Descobrir a terra 8.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Floresta Amazónica




A Floresta Amazónica é uma floresta tropical situada na região norte da América do Sul. Ocupa territórios do Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

Esta região é considerada um vazio humano devido:

• à precipitação ser muito abundante e às temperaturas serem muito elevadas durante todo o ano;

• a uma grande falta de luz e de espaço junto ao solo e à enorme quantidade de espécies arbóreas;

• à proliferação de insectos e bactérias responsáveis pelas doenças infecciosas, sendo isso favorecido pelo ambiente quente e húmido;

• aos solos, quando perdem a cobertura vegetal, serem rapidamente arrastados pela chuvas intensas.

Adriana Aires Nº1 8ºI

domingo, 20 de dezembro de 2009

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Cinema


Teve de se esperar 12 anos para, finalmente, ontem, quinta-feira, vermos, nos cinemas de todo o Mundo, o novo filme de James Cameron, a primeira ficção desde que assinou aquele que se mantém como o filme mais lucrativo da história do cinema, "Titanic".


O realizador, de 55 anos, nascido no Ontário, Canadá, e que já dirigira filmes que marcaram uma geração de cinéfilos, como os dois primeiros "Terminator" ou, ainda, "Aliens - Recontro final" ou "Abismo", concentrou-se no de-senvolvimento de tecnologias associadas ao cinema e à sua experimentação em vários documentários associados à vida marinha.

O realizador realçou, ainda, que por detrás de todas as cenas de acção, aventura e guerra, apesar dos efeitos especiais e aparato tecnológico, "Avatar" conta uma "emotiva história de amor"...

O que mudará certamente a forma de ver cinema, mesmo em sentido literal, é este filme único e revolucionário, como quase sempre em Cameron, avançado para o seu tempo ou, pelo menos, indicando caminhos a seguir, na história sempre fascinante e ainda muito jovem desta forma de contar histórias a que chamamos cinema. E a de "Avatar", além do deslumbramento sensorial que nos proporciona, cruza temas universais e tangentes no nosso Mundo de hoje, e de amanhã.

A estreia comercial está a ser acompanhada com expectativa pela indústria cinematográfica. Há quem defenda que o êxito, ou fracasso, do filme será relevante para futuros investimentos na tecnologia e no três dimensões.
Fonte: Jornal de Notícias
Andreia Vieira - 8ºH